Este conteúdo tem caráter educativo e não substitui a consulta médica. A indicação e os resultados variam conforme cada paciente.

Não existe uma idade no calendário para o lifting facial — e desconfie de quem cravar um número. O que orienta a ritidoplastia é o quadro, não a data de nascimento: a firmeza da pele, a profundidade dos sulcos, a definição do contorno da mandíbula e a saúde geral. Há quem tenha indicação clara aos 45 e quem chegue aos 60 sem ela. O momento certo é aquele em que os sinais de flacidez do terço médio e inferior passam a incomodar e as condições clínicas favorecem a cirurgia.

Este texto mostra os sinais que realmente importam nessa decisão.

Por que idade não é o critério principal?

Porque as pessoas envelhecem em ritmos diferentes — genética, exposição solar, tabagismo, cuidados de pele e até o formato do rosto mudam completamente o cronograma. Dois rostos da mesma idade podem estar em estágios distintos. Por isso a pergunta útil não é “que idade tenho?”, e sim “o que está acontecendo com o meu rosto?”.

Diagrama com os três sinais que a ritidoplastia trata: flacidez do terço inferior, sulcos acentuados e contorno mandibular perdido
Os três sinais que costumam indicar a ritidoplastia — mais ligados ao quadro do que à idade. Ilustração educativa.

Quais sinais a ritidoplastia trata?

A ritidoplastia atua sobre a flacidez dos tecidos do terço médio e inferior: bochechas que “escorregam”, sulcos que se aprofundam ao redor da boca, e a linha da mandíbula que perde nitidez com o acúmulo de pele e a queda dos tecidos. Ela reposiciona essas estruturas, não apenas estica a pele — e é isso que dá o resultado natural.

Em uma frase: o lifting entra quando os tecidos do rosto perdem posição — e isso tem mais a ver com o quadro do que com a idade.

Operar mais cedo é melhor?

Não necessariamente. Antecipar a cirurgia trata algo que ainda não pede tratamento e não “adia” o envelhecimento — que continua depois, no seu ritmo. O bom momento é individual: nem cedo a ponto de ser desnecessário, nem tarde a ponto de exigir uma correção maior. A avaliação ajuda a encontrar esse ponto.

O que mais pode entrar no plano?

O rosto envelhece em blocos: às vezes o lifting é combinado com procedimentos de pálpebras, testa ou tratamentos de pele e de volume, para um resultado equilibrado. O que faz sentido associar — ou não — sai da avaliação, respeitando a sua identidade e evitando o aspecto “operado”.

Como saber se chegou o meu momento?

Observando os sinais e conversando com quem examina: firmeza, sulcos, contorno e saúde geral compõem a resposta, não o número da idade. Se o espelho anda mostrando um cansaço que você não sente, vale investigar sem compromisso. Você pode agendar uma avaliação com a Dra. Laielly Abbas pelo WhatsApp.

Perguntas frequentes

Não há um número fixo. Mais importante que a idade é o estado dos tecidos e a saúde geral. Há pacientes na casa dos 40 com indicação clara e pacientes mais velhas com ótimas condições para operar.

Não é uma corrida contra o relógio. Operar antes da hora trata o que ainda não incomoda; operar no momento certo, guiado pelo quadro, tende a entregar o resultado mais harmonioso e duradouro para cada pessoa.

Não. Ele reposiciona tecidos e devolve firmeza ao ponto de partida, mas o rosto continua envelhecendo a partir dali. Cuidados de pele e hábitos ajudam a preservar o resultado ao longo dos anos.

A ritidoplastia atua principalmente no terço médio e inferior — bochechas, sulcos, contorno da mandíbula e pescoço. Testa e pálpebras têm procedimentos próprios, que podem ou não ser associados conforme o plano.

As incisões seguem contornos naturais — ao redor da orelha e no couro cabeludo — para se camuflarem. Como toda cicatriz, amadurecem ao longo dos meses; o desenho é planejado para ficar discreto.

Referências

Conteúdo baseado em material educativo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) sobre ritidoplastia (lifting facial). Conteúdo produzido em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023, de caráter educativo, sem promessa de resultado.

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