Mamoplastia redutora
Redução do volume das mamas, com remodelagem e reposicionamento.
Saiba mais →Aumento das mamas com implantes (próteses)
A mamoplastia de aumento utiliza implantes de silicone para aumentar o volume das mamas e trabalhar o contorno, respeitando as proporções do corpo. O tipo de implante, a via de acesso e o posicionamento são definidos em consulta, conforme a sua anatomia e os seus objetivos.
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A mamoplastia de aumento é a cirurgia que aumenta o volume das mamas com o uso de implantes de silicone. É procurada por pessoas que desejam mamas com mais volume, que querem equilibrar uma assimetria entre as mamas ou recuperar volume perdido, por exemplo após gestações ou variações de peso.
Existem diferentes tipos, tamanhos e formatos de implantes, além de diferentes vias de incisão e planos de posicionamento (à frente ou atrás do músculo). Não há uma escolha única que sirva para todas: o planejamento parte da sua anatomia, da qualidade da pele e dos seus objetivos, discutidos em consulta. É importante saber que os implantes não são considerados dispositivos vitalícios e que novas cirurgias podem ser necessárias ao longo da vida.
A indicação é sempre individual e definida após avaliação médica. De modo geral, a mamoplastia de aumento costuma ser considerada para pessoas que:
O cigarro prejudica a microcirculação e a cicatrização. A interrupção do tabagismo no período orientado pela equipe é parte importante da segurança da cirurgia.
Tudo começa por uma consulta de escuta e exame. Nesse encontro, a Dra. Laielly conhece o seu histórico de saúde, avalia as mamas (volume, simetria, qualidade da pele e posição) e entende o que você gostaria de alcançar. Quando indicado, exames de imagem das mamas podem ser solicitados.
A partir dessa avaliação, são esclarecidas as opções de implante adequadas ao seu caso, as vias de acesso, o que esperar da recuperação e os exames pré-operatórios necessários. O objetivo é que você decida com informação completa, sem pressa, ciente também das limitações e dos cuidados de longo prazo.
Definida a indicação, o planejamento individualiza o tipo e o volume do implante, a via de incisão e o plano de posicionamento, equilibrando o resultado pretendido, as proporções do seu corpo e a segurança da cirurgia. Esse planejamento inclui:
Costuma-se orientar o uso de um sutiã cirúrgico por um período, com restrição de movimentos amplos dos braços e de esforços nas primeiras semanas. Desconforto, inchaço e uma sensação de aperto nas mamas são esperados no início e tendem a melhorar gradualmente.
O retorno às atividades é progressivo e orientado caso a caso: tarefas leves costumam ser retomadas em poucos dias, enquanto atividades físicas, sobretudo as que envolvem os membros superiores, dependem de liberação médica. As cicatrizes amadurecem ao longo de meses e a posição final das mamas se acomoda com o tempo.
As orientações de recuperação são entregues por escrito e os retornos são programados. Sinais como dor intensa e persistente, vermelhidão importante, febre ou secreção devem ser comunicados à equipe sem demora.
Como toda cirurgia, a mamoplastia de aumento tem riscos, que são menos frequentes quando o procedimento é realizado por cirurgiã plástica qualificada, em ambiente hospitalar adequado, e quando as orientações pré e pós-operatórias são seguidas. Entre as possíveis complicações descritas estão:
Os riscos específicos do seu caso, suas probabilidades e formas de prevenção e manejo são discutidos na consulta e detalhados no termo de consentimento livre e esclarecido antes de qualquer decisão.
Os implantes não são considerados dispositivos vitalícios. Não existe um prazo fixo de troca para todas as pessoas, mas novas cirurgias podem ser necessárias ao longo da vida, por motivos como ruptura ou alterações da mama. O acompanhamento é orientado em consulta.
Em muitos casos a amamentação é possível, mas isso é individual e deve ser conversado na consulta. O acompanhamento por exames de imagem continua sendo importante, e o radiologista deve ser informado sobre a presença do implante.
A incisão pode ser posicionada em diferentes locais, como o sulco abaixo da mama ou a borda da aréola, dependendo do caso. A escolha é definida em consulta, buscando uma cicatriz discreta.
Há uma mudança imediata de volume, mas as mamas levam semanas a meses para acomodar a posição final, conforme o inchaço diminui e os tecidos se adaptam. A evolução é acompanhada nos retornos.
Sim. Além dos exames pré-operatórios gerais, exames de imagem das mamas podem ser solicitados conforme a sua idade e o seu histórico, sempre avaliados individualmente.
Na consulta, a Dra. Laielly avalia as suas mamas, apresenta as opções de implante e de técnica e explica, com clareza, o que esperar de cada etapa e os cuidados de longo prazo.
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